O ViMus irá apresentar no dia 27 de Novembro, na Casa da Animação, na cidade do Porto, às 22H00, uma Mostra de Videoclipes de Animação exibidos na edição de 2008, juntamente com uma mostra dos trabalhos de animação do colectivo Easy Lab (Take It Easy), vencedores do prémio para Melhor Videoclipe de Animação Nacional, contando com a presença do realizador Nico Guedes para a apresentação desta retrospectiva.
Casa da Animação – Rua Júlio Dinis, Ed. Les Palaces, 208/10 – Porto
Lista dos videoclipes:
1 – MORIARTY (França), “Jimmy”, Dir. Christophe Dias & Florant Cornier
(Editora: Naïve / Prod: Naïve)
2 – TEMPOSHARK (UK), “Blame”, Dir. Motomichi Nakamura
(Editora: Paper & Glue / Prod: Motomichi Studio)
3 – LYAPIS TRUBETSKOY (Belarússia), “Lights”, Dir. Aliaksei Tserakhau
(Editora: Deti Solntsa / Prod: Cosmos Film)
4 – GASTELO (Espanha), “Como El Sol”, Dir. Alvaro León Rodriguez
(Prod: Yeska)
5 – NOVEMBRO (Portugal), “Solidão a Dois”, Dir. Miguel Filipe
(Editora: Lisboa Rec / Prod: MantisMultimédia & Etic)
6 – NEW PORNOGRAPHERS (Canadá), “Myriad Harbour”, Dir. Fluorescent Hill
(Editora: Matador-Last Gang/ Prod: Revolver)
7 – THE CHEMICAL BROTHERS (UK), “Salmon Dance”, Dir. Dom & Nic
(Editora: Virgin/ Prod: Factory Films)
8 – MERRY POPPINS (Belarússia), “My Name Is Love”, Dir. Aliaksei Tserakhau
(Prod: Cosmos Film)
9 – MGMT (EUA), “Time To Pretend”, Dir. Ray Tintori
(Editora: Columbia/ Prod: Partizan)
10-FOOD FOR ANIMALS (EUA), “Tween My Lips”, Dir. Martin Sulzer
(Editora: Cock Rock Disco/ Prod: Landjugend)
11-FLOBOTS (EUA), “Handlebars”, Dir. Dirty UK
(Editora: Universal Republic/ Prod: Draw Pictures)
EASY LAB (Take It Easy) lista:
Viral:
“Natal 2”, “Mudámo-nos”, “Brunch”, “Black Bird”
Pub:
Vodafone, Sumol Z, amb3e.
Videoclipes:
Mundo Cão (“Morfina”), Da Weasel (“Mundos Mudos”), Monstro Mau (“Mostro o Meu Monstro Mau”)
Curta-Metragem:
“Menina Jesus”
EASY LAB BIO:
“Trata-se de uma “comunidade” criativa que nasceu nas entranhas da TakeItEasy com o objectivo de pôr tudo em causa internamente, questionar, abanar as convenções e combater o tédio comunicacional.
Várias e diferentes pessoas/artistas organizam-se inter e multi-disciplinarmente para criar, inovar, transgredir, subverter, revolucionar e abrir novas possibilidades.
Foi assim que nasceram os “filmes de bolso” e as “experiências falhadas”, e o elogiado trabalho de cenografia para a peça The Pillowman, que esteve em cena em Lisboa em 2006 e no Porto em 2007, trabalho esse que incluía ainda a realização e materialização da curta metragem “Menina Jesus” que passava todas as noites dentro da peça.
A partir daí, os trabalhos de publicidade que faziam nas horas vagas, passaram a ser o seu maior foco de trabalho, e as horas vagas passaram a não existir.
A forma de expressão não é exclusivamente audiovisual. Os suportes passam por filme, design, escultura, arte pública, música, literatura, activismo, e tudo aquilo que (gostaríamos de dizer agora um daqueles chavões tipo, aquilo que for importante, ou aquilo que os tempos de hoje possam pedir, mas não, eles fazem) basicamente tudo aquilo que lhes apetecer.
Liberdade criativa fora de controlo.”
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